Melanoma: o que é, sintomas, diagnóstico e tratamento
O melanoma é um tipo de câncer de pele que surge a partir dos melanócitos, células responsáveis pela produção de pigmento da pele. Ele pode aparecer como uma pinta nova, uma mancha escura que cresce ou uma pinta antiga que começa a mudar de cor, formato, tamanho ou comportamento. Apesar de ser menos frequente que outros cânceres de pele, o melanoma merece muita atenção porque pode se espalhar para linfonodos e órgãos internos quando não é diagnosticado cedo.
A American Academy of Dermatology descreve o melanoma como a forma mais séria de câncer de pele, caracterizada pelo crescimento descontrolado das células produtoras de pigmento. A entidade também reforça que ele pode surgir de repente, sem aviso, ou se desenvolver dentro de uma pinta já existente.
Em Santa Catarina, esse tema tem importância especial. Estudos realizados em Blumenau, cidade catarinense com população de grande descendência europeia e muitos fototipos claros, mostraram taxas elevadas de melanoma e aumento expressivo dos diagnósticos ao longo de 40 anos. O artigo publicado nos Anais Brasileiros de Dermatologia encontrou, em Blumenau, incidência chegando a 44,26 casos por 100.000 habitantes ao ano, além de maior frequência em pessoas mais velhas e predomínio do melanoma extensivo superficial.
Por isso, falar sobre melanoma não é apenas falar de uma doença rara ou distante. Na região Sul do Brasil, e especialmente em áreas com população de pele clara e histórico de exposição solar, reconhecer uma pinta suspeita pode mudar completamente o prognóstico.

O que é melanoma?
Melanoma é um tumor maligno originado nos melanócitos. Essas células produzem melanina, pigmento que dá cor à pele, aos cabelos, aos olhos e também está presente em pintas, chamadas de nevos melanocíticos.
Melanoma começa nas células de pigmento
Quando os melanócitos sofrem alterações genéticas e passam a se multiplicar de forma descontrolada, pode surgir o melanoma. Esse processo pode ocorrer em uma pinta antiga, mas também pode aparecer em uma área de pele aparentemente normal.
Isso significa que não basta observar apenas as pintas que a pessoa “sempre teve”. Uma mancha nova, principalmente em adultos, também merece atenção quando cresce, muda de cor ou se comporta de forma diferente.
Melanoma pode surgir em áreas expostas ou não expostas ao sol
Muitas pessoas associam câncer de pele apenas ao rosto, nariz, orelhas e braços. O melanoma também pode aparecer em áreas expostas ao sol, mas não se limita a elas. Pode surgir no tronco, nas pernas, nas plantas dos pés, nas palmas das mãos, nas unhas, no couro cabeludo e, mais raramente, em mucosas e olhos.
A AAD orienta que o autoexame inclua todo o corpo, inclusive costas, couro cabeludo, palmas, plantas e espaços entre os dedos.
Melanoma não é uma pinta comum
A maioria das pintas é benigna. O problema está nas pintas que mudam ou nas manchas novas com características suspeitas. O artigo sobre a classificação da Organização Mundial da Saúde reforça que muitos melanomas passam por uma fase inicial de crescimento radial, quando a lesão se expande na pele e pode apresentar sinais clínicos progressivos, como assimetria, bordas irregulares e variação de cores.
Melanoma é câncer de pele?
Sim. O melanoma é um tipo de câncer de pele. Ele se diferencia dos carcinomas basocelulares e espinocelulares porque nasce das células produtoras de pigmento e, em alguns casos, tem maior risco de disseminação.
Diferença entre melanoma e outros cânceres de pele
O carcinoma basocelular costuma crescer de forma mais lenta e raramente gera metástases. O carcinoma espinocelular pode ser mais agressivo em algumas situações, especialmente em lábios, orelhas, imunossuprimidos e tumores de alto risco. O melanoma, por sua vez, pode ter comportamento muito variável: alguns são finos e curáveis com cirurgia, enquanto outros crescem rapidamente e exigem tratamento oncológico complexo.
Por que o melanoma preocupa?
O melanoma preocupa porque a espessura do tumor no momento do diagnóstico influencia diretamente o prognóstico. Quanto mais fino o melanoma, maior a chance de cura. Quanto mais profundo, maior o risco de atingir linfonodos ou órgãos internos.
A AAD informa que, quando detectado nos estágios iniciais e tratado antes de se espalhar para linfonodos, o melanoma tem taxa média de sobrevida em cinco anos de 99%. Quando há disseminação regional ou à distância, essas taxas caem para 76% e 35%, respectivamente.
Diagnóstico precoce salva vidas
O estudo de Blumenau mostrou aumento importante dos diagnósticos precoces ao longo das décadas, com crescimento dos melanomas finos e in situ. Os autores relacionam essa melhora a campanhas de educação, prevenção primária, treinamento profissional e uso da dermatoscopia por dermatologistas.
Como começa um melanoma?
O melanoma pode começar como uma pinta escura, uma mancha assimétrica, uma lesão que cresce lentamente ou até um nódulo que aparece de forma rápida. Em alguns casos, pode sangrar, coçar, formar ferida ou ficar diferente das demais pintas do corpo.
Pinta nova em adulto merece atenção
Uma pinta nova em uma criança ou adolescente costuma ser comum. Já uma pinta nova em adulto precisa ser observada com mais cuidado, principalmente se cresce, escurece, tem várias cores ou chama atenção em relação às outras.
Nem toda pinta nova é melanoma. Mas uma lesão nova, escura e progressiva deve ser examinada por dermatologista.
Pinta antiga que muda também preocupa
Mudança é uma palavra importante. Uma pinta que sempre foi igual e começa a aumentar, mudar de cor, mudar de formato, sangrar, coçar ou formar crosta precisa de avaliação.
A AAD orienta procurar dermatologista quando uma pinta nova aparece, quando uma pinta fica diferente das demais, ou quando muda, coça ou sangra, mesmo que seja menor que 6 mm.
Melanoma pode ser nodular
Nem todo melanoma segue a regra clássica de uma mancha irregular que cresce lentamente. O melanoma nodular pode crescer mais rápido, formar uma lesão elevada, escura, avermelhada ou até pouco pigmentada. Justamente por isso, algumas lesões perigosas não parecem “pintas típicas”.
O artigo da classificação da OMS reforça que o melanoma nodular pode não apresentar os sinais ABCDE de forma evidente, porque nasce já como fase de crescimento vertical e pode ser pequeno apesar de espesso.
Quais são os sinais de alerta do melanoma?
O principal sinal de alerta é uma lesão que muda. A mudança pode acontecer em tamanho, cor, formato, espessura, sensibilidade ou comportamento.
Pinta que cresce
Crescimento progressivo é um sinal importante. Uma pinta que aumenta de diâmetro, fica mais elevada ou começa a se espalhar pela pele merece avaliação.
Várias cores na mesma lesão
Pintas benignas costumam ter cor mais uniforme. O melanoma pode ter marrom claro, marrom escuro, preto, cinza, vermelho, branco ou azul na mesma lesão. Essa mistura de cores deve acender o alerta.
Lesão que sangra, coça ou forma ferida
Coceira isolada não significa melanoma, mas uma pinta que coça, sangra, machuca, forma crosta ou abre ferida precisa ser avaliada. A mudança de comportamento importa tanto quanto a aparência.
Regra ABCDE do melanoma
A regra ABCDE ajuda o paciente a reconhecer sinais suspeitos. Ela não substitui a dermatoscopia nem a consulta médica, mas funciona como uma ferramenta simples de triagem.
A de assimetria
Assimetria significa que uma metade da pinta não se parece com a outra. Uma lesão benigna costuma ser mais equilibrada. No melanoma, o formato pode ficar irregular e desproporcional.
B de bordas irregulares
Bordas muito recortadas, mal definidas, borradas ou com aspecto de “mapa” podem sugerir lesão suspeita. A AAD descreve bordas irregulares, mal delimitadas ou recortadas como um dos sinais da regra ABCDE.
C de cor variada
A presença de diferentes tons dentro da mesma pinta chama atenção. Tons de marrom, preto, branco, vermelho ou azul na mesma lesão podem indicar risco maior.
D de diâmetro
Melanomas costumam ser diagnosticados com mais de 6 mm, aproximadamente o tamanho de uma borracha de lápis, mas podem ser menores. Por isso, tamanho ajuda, mas não deve ser usado sozinho.
E de evolução
Evolução é um dos critérios mais importantes. Se a pinta muda, cresce, escurece, clareia em partes, sangra ou fica diferente das demais, procure avaliação.
Tipos de melanoma
Existem diferentes tipos de melanoma. Essa classificação ajuda o médico a entender o comportamento da lesão, o padrão de crescimento, a relação com exposição solar e a melhor forma de tratamento.
Melanoma extensivo superficial
É o tipo mais comum em muitos estudos e costuma começar como uma mancha que cresce de forma horizontal antes de invadir mais profundamente. No estudo de Blumenau, o melanoma extensivo superficial foi o subtipo mais frequente, correspondendo a 64,5% dos casos avaliados.
Melanoma nodular
O melanoma nodular tende a crescer de forma mais vertical e pode se tornar espesso em menos tempo. Pode aparecer como nódulo escuro, avermelhado ou pouco pigmentado. No estudo catarinense, foi o segundo tipo mais comum, com 22,8% dos casos.
Lentigo maligno melanoma
Esse tipo geralmente aparece em áreas de dano solar crônico, como face, especialmente em pessoas mais velhas. Pode começar como uma mancha irregular e crescer lentamente. A classificação da OMS relaciona esse grupo aos melanomas de alto dano solar cumulativo, frequentemente em pele muito fotoexposta.
Melanoma acral
O melanoma acral ocorre em palmas, plantas e unhas. Ele não depende da mesma relação com exposição solar que os melanomas clássicos. Pode ser confundido com micose, trauma, verruga, hematoma ou ferida no pé. O artigo sobre subtipos raros de melanoma destaca que o melanoma acral pode surgir em pele sem pelos, como solas, palmas e leitos ungueais, e frequentemente apresenta diagnóstico tardio por simular doenças benignas.
Melanomas raros
Também existem melanomas mucosos, uveais e desmoplásicos. Eles são menos comuns, mas importantes. Revisão publicada em Cancers descreve que subtipos raros, como acral, mucoso, uveal e desmoplásico, representam cerca de 5% dos melanomas diagnosticados e possuem particularidades clínicas e terapêuticas.
Melanoma inicial tem cura?
Sim. O melanoma inicial pode ter altas taxas de cura quando diagnosticado e tratado corretamente.
Melanoma fino tem melhor prognóstico
O principal fator prognóstico no melanoma localizado é a espessura de Breslow, medida no exame anatomopatológico. Quanto menor a espessura, melhor costuma ser o prognóstico.
O estudo de Blumenau mostrou aumento expressivo dos melanomas diagnosticados com menor espessura ao longo do tempo. Entre 2010 e 2019, os diagnósticos de melanoma entre 0 e 0,5 mm aumentaram de forma importante quando comparados a 1995–1999.
Melanoma in situ é o estágio mais inicial
Melanoma in situ significa que as células malignas estão restritas à epiderme, sem invasão da derme. Quando removido com margem adequada, tende a ter excelente prognóstico.
Esperar pode mudar o tratamento
Uma pinta suspeita que poderia ser removida com uma cirurgia menor pode se tornar um tumor mais profundo se o paciente espera meses ou anos. O medo da biópsia não deve atrasar a avaliação. Na dúvida, o dermatologista examina, faz dermatoscopia e decide se precisa remover.
Como é feito o diagnóstico?
O diagnóstico começa com exame clínico e dermatoscopia. Quando há suspeita, a confirmação vem pela biópsia e pelo exame anatomopatológico.
Exame clínico da pele
O dermatologista examina a lesão e também compara com as outras pintas do paciente. Muitas vezes, o melanoma chama atenção porque parece diferente do “padrão” das demais pintas. Esse é o chamado sinal do patinho feio.
Dermatoscopia
A dermatoscopia permite observar estruturas que não aparecem a olho nu. Ela aumenta a precisão da avaliação de pintas, manchas e lesões pigmentadas. Em pacientes com muitas pintas ou histórico de melanoma, a dermatoscopia digital e o mapeamento corporal podem ajudar no acompanhamento.
Exame anatomopatológico
Quando a lesão é suspeita, o dermatologista indica biópsia. O material removido vai para análise microscópica. O laudo informa se é melanoma, se está in situ ou invasivo, qual a espessura de Breslow, presença ou ausência de ulceração, mitoses, margens e outros dados importantes para o tratamento.
Biópsia de lesões suspeitas
A biópsia não “espalha” o melanoma. Pelo contrário: ela é o caminho para confirmar o diagnóstico e iniciar o tratamento correto.
Quando fazer biópsia?
A biópsia deve ser considerada quando a pinta apresenta sinais suspeitos, quando a dermatoscopia mostra estruturas preocupantes ou quando há mudança progressiva sem explicação.
Qual tipo de biópsia é melhor?
Em geral, quando possível, a retirada completa da lesão suspeita com pequena margem é a forma mais adequada para avaliar melanoma. Em áreas complexas, lesões muito grandes, face, unhas, palmas, plantas ou mucosas, o dermatologista escolhe a técnica conforme o caso.
Por que não tratar com laser ou cauterização sem diagnóstico?
Lesões pigmentadas suspeitas não devem ser destruídas sem exame anatomopatológico. Se a lesão for melanoma, destruir sem análise pode atrasar o diagnóstico e impedir a medida correta da profundidade.
Tratamento do melanoma
O tratamento depende do estágio. Em melanomas iniciais, a cirurgia costuma ser o tratamento principal. Em melanomas mais avançados, pode ser necessário combinar cirurgia com pesquisa de linfonodo sentinela, imunoterapia, terapia-alvo, radioterapia ou acompanhamento oncológico.
Cirurgia como base do tratamento
Para melanomas localizados, a cirurgia remove o tumor com margens de segurança. A margem depende da espessura e do estágio. Depois, o laudo orienta se há necessidade de ampliação de margens, pesquisa de linfonodo sentinela ou outros tratamentos.
Linfonodo sentinela
Em melanomas com maior risco, o médico pode indicar pesquisa de linfonodo sentinela. Esse exame avalia o primeiro linfonodo de drenagem da região do tumor e ajuda no estadiamento.
Tratamentos sistêmicos
Nos últimos anos, o tratamento do melanoma avançado mudou muito com imunoterapia e terapia-alvo. A revisão publicada em Cancers destaca avanços importantes em terapias imunes, terapias-alvo e estratégias regionais nos últimos anos, especialmente para doença avançada, embora alguns subtipos raros ainda tenham dados mais limitados.
Cirurgia para melanoma
A cirurgia do melanoma exige planejamento oncológico. O objetivo é remover a lesão com segurança, preservar função e buscar o melhor resultado possível.
Ampliação de margens
Quando uma biópsia confirma melanoma, pode ser necessária ampliação de margens. Isso significa retirar uma faixa adicional de pele ao redor da cicatriz inicial para reduzir o risco de doença residual local.
Reconstrução
Dependendo da área, a cirurgia pode exigir fechamento simples, retalho ou enxerto. Em regiões como face, mãos, pés e unhas, o planejamento precisa considerar função e estética.
Melanoma não deve ser subestimado
Mesmo melanomas pequenos precisam de laudo completo e seguimento adequado. O tratamento não termina na retirada da pinta. O paciente precisa entender o estágio, o risco, os exames necessários e o acompanhamento dermatológico.
Quando procurar um dermatologista?
Procure um dermatologista quando surgir uma pinta nova, uma mancha escura que cresce, uma pinta que muda, uma lesão que sangra, uma faixa escura na unha, uma ferida pigmentada no pé ou qualquer lesão diferente das demais.
Pessoas com maior risco
O risco aumenta em pessoas com pele clara, olhos claros, cabelos loiros ou ruivos, tendência a queimaduras solares, muitas pintas, pintas atípicas, histórico familiar de melanoma, melanoma prévio, uso de câmaras de bronzeamento, imunossupressão ou exposição solar intensa. A AAD também destaca o risco aumentado em pessoas com mais de 50 pintas, pintas grandes ou atípicas, história pessoal ou familiar de melanoma e pele sensível ao sol.
Santa Catarina exige atenção
Em Blumenau, a incidência de melanoma aumentou de 4,4 casos por 100.000 habitantes em 1980 para 44,26 por 100.000 habitantes em 2018. O estudo também mostrou maior incidência em pessoas acima de 50 anos e pico nos idosos, o que reforça a necessidade de vigilância em populações de risco no Sul do Brasil.
Consulta presencial ou online
A avaliação de uma pinta suspeita geralmente precisa de exame presencial, especialmente para dermatoscopia e possível biópsia. Porém, a consulta online pode ajudar pacientes de outras cidades a tirar dúvidas, enviar fotos, organizar laudos, discutir uma segunda opinião e entender se precisam viajar para avaliação presencial.
Perguntas frequentes sobre melanoma
1. Melanoma sempre é uma pinta preta?
Não. Muitos melanomas são escuros, mas alguns podem ter tons variados de marrom, preto, vermelho, branco, azul ou até pouca pigmentação. O mais importante é observar mudança, assimetria e diferença em relação às outras pintas.
2. Melanoma coça?
Pode coçar, mas nem sempre. Coceira isolada não confirma melanoma. Porém, uma pinta que coça, sangra, muda de cor, cresce ou forma ferida deve ser avaliada.
3. Melanoma inicial tem cura?
Sim. Quando detectado cedo e tratado antes de se espalhar, o melanoma tem excelente prognóstico. A AAD informa taxa média de sobrevida em cinco anos de 99% quando detectado e tratado antes de atingir linfonodos.
4. Biópsia de melanoma espalha o câncer?
Não. A biópsia é necessária para confirmar o diagnóstico e orientar o tratamento. O atraso no diagnóstico é mais perigoso do que a realização correta da biópsia.
5. Toda pinta irregular é melanoma?
Não. Muitas pintas irregulares são benignas ou atípicas sem câncer. Mesmo assim, somente a avaliação dermatológica com dermatoscopia e, quando necessário, exame anatomopatológico consegue diferenciar com segurança.
Agende uma avaliação dermatológica
Se você tem uma pinta que mudou, uma mancha escura nova, uma lesão diferente das demais ou histórico pessoal ou familiar de melanoma, agende uma avaliação com a equipe da Dermacenter Alto Vale.
A Dermacenter Alto Vale conta com médicos dermatologistas especialistas, com residência médica e experiência em dermatoscopia, diagnóstico precoce de melanoma, oncologia cutânea, cirurgia dermatológica e acompanhamento de pacientes de risco. A avaliação pode ser presencial ou online, conforme o caso, mas lesões suspeitas geralmente exigem exame presencial.
Este conteúdo tem finalidade informativa e não substitui a avaliação médica individualizada. O diagnóstico e o tratamento do melanoma devem considerar cada paciente, a aparência da lesão, a dermatoscopia, a biópsia e o exame anatomopatológico.
Dermacenter Alto Vale
Responsável técnico: Dr. Timotio Dorn — CREMESC 22594 | RQE 13225
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