Oncologia Cutânea

A oncologia cutânea é a área da dermatologia dedicada à prevenção, diagnóstico, acompanhamento e tratamento dos tumores da pele. Ela abrange desde a avaliação de manchas e lesões suspeitas até o seguimento de pacientes com histórico de câncer de pele, múltiplas pintas, melanoma prévio ou maior risco por exposição solar acumulada. Os principais tumores tratados são as queratoses actínicas, o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma.

O câncer de pele é o tipo mais frequente no Brasil, e o diagnóstico precoce é o fator mais determinante no tratamento. Lesões iniciais costumam exigir cirurgias menores, têm maior chance de cura e permitem melhores resultados estéticos e funcionais. Por isso, a consulta dedicada em oncologia cutânea vai além da queixa principal: o médico realiza exame completo da pele, da cabeça aos pés, utilizando a dermatoscopia para identificar estruturas não percebidas a olho nu e detectar lesões suspeitas em estágio inicial – muitas vezes silenciosas, sem dor ou sangramento.

Na Dermacenter Alto Vale, a oncologia cutânea é conduzida com foco em precisão diagnóstica e escolha adequada do tratamento para cada caso. A clínica conta com experiência em oncologia cutânea e cirurgia micrográfica de Mohs, técnica considerada padrão-ouro no tratamento dos tipos mais frequentes de câncer de pele. A consulta é especialmente indicada para pacientes com pele clara, histórico de exposição solar intensa, múltiplas pintas, lesões que não cicatrizam, ou histórico pessoal ou familiar de câncer de pele.

O diagnóstico precoce do câncer de pele é o fator mais determinante para o sucesso do tratamento. Quanto menor e mais inicial a lesão, maior a chance de cura, menor a cirurgia necessária e melhores os resultados funcionais e estéticos. O problema é que muitas lesões começam pequenas, indolores e discretas – uma ferida que não cicatriza, uma pinta que mudou, uma casquinha persistente na orelha ou uma pequena área avermelhada no rosto. Sem avaliação médica especializada, esses sinais podem ser ignorados por meses, permitindo que o tumor cresça em profundidade e atinja estruturas mais delicadas.

O exame dermatológico completo avalia a pele da cabeça aos pés – incluindo couro cabeludo, orelhas, costas, plantas dos pés e unhas, áreas que o paciente dificilmente consegue examinar sozinho. Durante a consulta, o médico utiliza a dermatoscopia, que amplia a visualização de estruturas da pele não percebidas a olho nu e ajuda a diferenciar lesões benignas de lesões suspeitas. Essa ferramenta é decisiva para identificar tumores em fases muito iniciais, orientar quais lesões precisam de biópsia e evitar remoções desnecessárias. Quando há suspeita clínica, o material retirado é enviado para exame anatomopatológico, que confirma o tipo de câncer, a profundidade, as margens e orienta o tratamento.

Os três tipos mais frequentes de câncer de pele são o carcinoma basocelular, o carcinoma espinocelular e o melanoma. Cada um tem comportamento e risco diferentes, e o tratamento deve ser individualizado. Na maioria dos casos, a cirurgia é o principal recurso – e em lesões de alto risco, como tumores recidivados, mal delimitados ou localizados em áreas nobres como nariz, pálpebras, lábios e orelhas, a cirurgia micrográfica de Mohs oferece o maior controle de margens e as maiores taxas de cura.

Na Dermacenter Alto Vale, o diagnóstico e a detecção precoce do câncer de pele fazem parte do cuidado especializado oferecido pela equipe. A clínica conta com médicos com formação sólida em oncologia cutânea e experiência em cirurgia micrográfica de Mohs, preparados para avaliar desde lesões simples até tumores de maior complexidade. A consulta é especialmente indicada para quem tem pele clara, histórico de exposição solar intensa, múltiplas pintas, lesões que não cicatrizam, ou histórico pessoal ou familiar de câncer de pele.

O melanoma é um tipo de câncer de pele que se origina nos melanócitos – células responsáveis pela produção de melanina, o pigmento que dá cor à pele. Apesar de ser menos frequente que o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular, merece atenção especial porque tem maior potencial de invasão e disseminação para linfonodos e outros órgãos quando não é diagnosticado cedo.

O tema é particularmente relevante no Alto Vale do Itajaí: segundo estimativas do INCA para 2026, Santa Catarina deve registrar cerca de 1.220 novos casos de melanoma, com taxa bruta estimada de 14,73 casos por 100 mil habitantes — mais de três vezes a média nacional, de 4,36 por 100 mil. O perfil da região — população de pele clara, descendência europeia e histórico de exposição solar intensa — reforça a importância da vigilância dermatológica regular.

O melanoma pode aparecer como uma pinta nova, uma mancha escura que muda com o tempo, uma lesão irregular, uma ferida que não cicatriza ou até uma faixa escura na unha – o chamado melanoma subungueal, frequentemente confundido com micose ou hematoma.

O diagnóstico é feito por exame clínico dermatológico e dermatoscopia, e confirmado por biópsia excisional com envio para análise anatomopatológica. O laudo define o tipo histológico, a profundidade de invasão medida pelo índice de Breslow, a presença de ulceração e outros fatores que determinam o estadiamento e o tratamento. Melanomas iniciais, especialmente finos e sem ulceração, costumam ter alta chance de cura com cirurgia adequada. Em casos de maior risco, pode ser indicada pesquisa de linfonodo sentinela e, nos estágios mais avançados, imunoterapia ou terapia-alvo.

Na Dermacenter Alto Vale, realizamos avaliação dermatológica de pintas, manchas e lesões suspeitas com atenção especial a pacientes de maior risco: pele clara, histórico de exposição solar intensa, múltiplas pintas, histórico familiar de melanoma ou melanoma prévio. A clínica conta com médicos com formação sólida em oncologia cutânea e experiência em cirurgia micrográfica de Mohs, preparados para diagnosticar, estadiar e definir o melhor tratamento em conjunto com o paciente. Melanoma tem cura – especialmente quando detectado cedo.

O carcinoma basocelular é o câncer de pele mais comum. Origina-se nas células basais da epiderme e está fortemente associado à exposição solar acumulada ao longo da vida. Costuma aparecer em áreas expostas ao sol – principalmente face, nariz, pálpebras, orelhas, couro cabeludo, pescoço e tronco – e pode se manifestar de formas variadas: uma ferida que não cicatriza, uma lesão perolada ou brilhante, uma placa avermelhada, uma casquinha persistente ou uma área que sangra facilmente ao toque. A Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD) descreve o carcinoma basocelular como o tumor cutâneo mais comum, geralmente de crescimento lento e com baixa chance de metástase, mas capaz de causar destruição local importante se não tratado.

Apesar do comportamento predominantemente local, o carcinoma basocelular não deve ser subestimado. Quando negligenciado, pode crescer em profundidade e atingir estruturas como cartilagem, osso, nervos e músculo – especialmente em regiões delicadas como nariz, pálpebras, lábios e orelhas, onde poucos milímetros de invasão fazem grande diferença. Existem também subtipos histológicos mais agressivos, como o infiltrativo e o esclerodermiforme, que tendem a se expandir além do que é visível na superfície e exigem maior controle de margens durante o tratamento. Por isso, a avaliação dermatológica especializada e o exame anatomopatológico são indispensáveis para definir o risco de cada caso.

O tratamento do carcinoma basocelular depende do subtipo histológico, da localização, do tamanho, da profundidade e do risco de recidiva. Na maioria dos casos, a cirurgia é a principal abordagem, pois permite a remoção completa do tumor com controle de margens. Em lesões de alto risco – tumores recidivados, subtipos agressivos ou localizados em áreas de difícil reconstrução – a cirurgia micrográfica de Mohs oferece o maior controle de margens com preservação máxima do tecido saudável, sendo considerada o padrão-ouro nesses casos. Na Dermacenter Alto Vale, o diagnóstico e o tratamento do carcinoma basocelular são realizados por equipe com formação sólida em oncologia cutânea e experiência em cirurgia micrográfica de Mohs.

O carcinoma epidermoide – também chamado de carcinoma espinocelular ou carcinoma de células escamosas – é o segundo tipo mais comum de câncer de pele. Origina-se nos queratinócitos, células da camada mais externa da pele, e está fortemente associado à exposição solar crônica e acumulada. Pode se desenvolver a partir de lesões pré-malignas, como as queratoses actínicas, ou surgir diretamente em pele aparentemente normal. Costuma aparecer em áreas frequentemente expostas ao sol — face, lábio inferior, orelhas, pescoço, couro cabeludo, mãos e antebraços — mas também pode ocorrer em mucosas, região genital, plantas dos pés e em cicatrizes antigas ou lesões de pele crônicas.

O carcinoma epidermoide pode se apresentar como uma ferida que abre e fecha sem cicatrizar completamente, uma lesão endurecida ou elevada, uma placa avermelhada e áspera, uma crosta persistente ou um nódulo que cresce progressivamente. Diferente do carcinoma basocelular, ele tem maior potencial de invasão em profundidade e, em alguns casos, pode se disseminar para linfonodos regionais e órgãos distantes. O risco de progressão é maior em tumores grandes, profundos, recidivados, localizados em áreas de alto risco como lábio e orelha, em pacientes imunossuprimidos, ou quando há invasão perineural identificada no exame anatomopatológico.

O diagnóstico é confirmado por biópsia com envio para exame anatomopatológico, que define o subtipo histológico, a profundidade de invasão, o grau de diferenciação e a presença de fatores de risco adicionais. O tratamento é predominantemente cirúrgico, com margens adequadas ao risco de cada caso. Em tumores de alto risco – recidivados, mal delimitados, localizados em áreas nobres ou com subtipos histológicos mais agressivos – a cirurgia micrográfica de Mohs oferece o maior controle de margens e as maiores taxas de cura, preservando ao máximo o tecido saudável. Na Dermacenter Alto Vale, o carcinoma epidermoide é tratado por equipe com formação sólida em oncologia cutânea e experiência em cirurgia micrográfica de Mohs.