Carcinoma basocelular no nariz: como identificar, diagnosticar e tratar?
O carcinoma basocelular no nariz, também chamado de CBC no nariz, é um dos cânceres de pele mais frequentes da face. Pode começar como uma pequena bolinha brilhante ou perolada, uma ferida que sangra e não cicatriza, uma casquinha que sempre volta ou uma área avermelhada aparentemente inocente. O diagnóstico é feito pelo dermatologista e geralmente confirmado por biópsia. Como o nariz é uma região delicada e possui pouca pele disponível para reconstrução, o tratamento precisa unir remoção completa do câncer e preservação do máximo possível de tecido saudável.
Na Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, pacientes com suspeita ou diagnóstico confirmado de câncer de pele nasal podem realizar avaliação dermatológica, dermatoscopia, biópsia, cirurgia convencional, Cirurgia Micrográfica de Mohs e reconstrução, conforme as características de cada tumor.
Como o carcinoma basocelular aparece no nariz?
O CBC nem sempre tem a aparência que as pessoas imaginam quando pensam em câncer.
Frequentemente ele cresce devagar e não dói. Isso faz com que algumas pessoas convivam durante meses ou até anos com a lesão antes de procurar avaliação.
Saiba mais sobre cancer de pele no nariz: Câncer de pele no nariz: fotos, início, sintomas e tratamento
Uma pequena bolinha brilhante ou perolada
Uma das formas mais características é uma pequena elevação rosada ou da cor da pele, com aspecto brilhante ou perolado.
Pequenos vasos sanguíneos podem ficar visíveis na superfície.
O paciente muitas vezes descreve como uma “espinha” ou “bolinha” que simplesmente nunca desaparece.
O CBC nasal também pode apresentar bordas elevadas, pequenos vasos aparentes e uma região central ulcerada.
Uma ferida no nariz que não cicatriza
Essa é uma apresentação extremamente comum.
A pessoa percebe uma feridinha, forma uma casquinha e aparentemente melhora.
Algum tempo depois, a crosta cai e a região sangra novamente.
Depois fecha parcialmente e volta mais uma vez.
Uma ferida no nariz que cicatriza e retorna ou simplesmente não fecha é uma das apresentações possíveis do carcinoma basocelular.
Sangramento com pequenos traumas
O CBC pode sangrar ao lavar o rosto, secar com uma toalha, coçar ou simplesmente tocar a região.
O sangramento repetido de uma mesma pequena lesão merece avaliação.
À medida que cresce, o carcinoma basocelular pode formar crostas, ulcerar e sangrar várias vezes.
Mancha avermelhada ou descamativa
Nem todo CBC forma uma bolinha.
O subtipo superficial pode se apresentar como uma mancha avermelhada e discretamente descamativa, confundindo-se com dermatite ou outras doenças benignas da pele.
Uma área parecida com cicatriz
Alguns tipos infiltrativos podem ter aspecto endurecido, esbranquiçado ou semelhante a uma pequena cicatriz.
Esses tumores podem ser particularmente difíceis de delimitar apenas olhando a pele porque parte do crescimento acontece além das bordas visíveis.

Por que o nariz é um local frequente de carcinoma basocelular?
O nariz permanece exposto à radiação solar durante praticamente toda a vida.
Além disso, é uma das regiões mais proeminentes da face.
O carcinoma basocelular aparece predominantemente em áreas de exposição solar crônica, especialmente cabeça e pescoço, incluindo nariz, pálpebras, orelhas e couro cabeludo.
O efeito do sol é cumulativo.
Por isso, muitas vezes estamos tratando aos 60, 70 ou 80 anos as consequências de décadas de exposição solar que começaram ainda na infância e juventude.
Pessoas de pele clara, olhos claros, histórico de queimaduras solares e atividades profissionais ou de lazer realizadas ao ar livre apresentam maior risco.
CBC no nariz é perigoso?
O carcinoma basocelular raramente provoca metástases, mas isso não significa que possa ser ignorado.
Seu principal risco é crescer e destruir progressivamente os tecidos ao redor.
No nariz, alguns milímetros fazem bastante diferença.
Uma pequena lesão pode inicialmente envolver somente a pele. Se continuar crescendo, pode alcançar tecido subcutâneo, cartilagem e outras estruturas mais profundas.
Além disso, quanto maior for o tumor no momento da retirada, maior tende a ser a reconstrução necessária.
Por isso, tratar um pequeno câncer do nariz precocemente costuma ser muito mais simples do que abordar a mesma lesão anos depois.
Como é feito o diagnóstico de câncer de pele no nariz?
O diagnóstico começa na consulta dermatológica.
Exame da lesão
Primeiro observamos localização, formato, bordas, coloração, presença de crostas, ulceração e pequenos vasos.
Também perguntamos há quanto tempo a lesão existe, se cresceu, sangra, forma crostas ou já recebeu algum tratamento.
Dermatoscopia
A dermatoscopia permite ampliar estruturas da pele que não conseguimos avaliar adequadamente a olho nu.
No carcinoma basocelular, alguns padrões vasculares e pigmentares podem aumentar bastante a suspeita diagnóstica.
A dermatoscopia ajuda a decidir se aquela pequena ferida realmente precisa de uma biópsia.
Biópsia
Quando existe suspeita de carcinoma basocelular, geralmente retiramos uma pequena amostra para análise anatomopatológica.
A biópsia confirma se existe câncer e também pode identificar o subtipo do CBC.
A confirmação histológica é particularmente importante porque tumores que parecem semelhantes externamente podem apresentar comportamentos diferentes. O diagnóstico do CBC nasal é confirmado pela análise do tecido retirado.
O que significa CBC nodular, superficial ou infiltrativo?
O laudo da biópsia frequentemente vem acompanhado de um sobrenome.
Esses subtipos ajudam a planejar o tratamento.
CBC nodular
É uma das formas mais comuns.
Frequentemente produz a clássica lesão elevada, brilhante ou perolada, algumas vezes com vasos na superfície e ulceração central.
CBC superficial
Costuma crescer predominantemente pela superfície da pele e pode parecer uma mancha vermelha e descamativa.
CBC infiltrativo ou morfeiforme
Possui prolongamentos microscópicos mais irregulares.
Isso significa que as células tumorais podem se estender além daquilo que conseguimos enxergar externamente.
Por esse motivo, localização nasal associada a um subtipo infiltrativo exige planejamento cuidadoso.
Recebi uma biópsia escrita “carcinoma basocelular no nariz”. O que fazer?
Primeiro, não é preciso entrar em pânico.
O carcinoma basocelular possui, na maioria dos casos, excelente possibilidade de tratamento.
Mas também não é recomendável simplesmente deixar para depois.
A próxima etapa é avaliar o tumor e definir qual estratégia consegue retirá-lo completamente preservando o máximo possível do nariz.
Leve à consulta o laudo anatomopatológico e, quando disponíveis, fotografias da lesão antes da biópsia.
Saber exatamente onde estava o tumor é especialmente importante quando a própria biópsia deixou pouca alteração visível na pele.
Todo CBC no nariz precisa de Cirurgia de Mohs?
Não necessariamente.
Entretanto, o nariz é uma das regiões em que a Cirurgia Micrográfica de Mohs é considerada com frequência, principalmente quando o tumor apresenta características de maior risco.
A técnica é especialmente útil porque permite retirar o câncer por etapas, examinando microscopicamente as margens durante a própria cirurgia.
Se uma margem ainda contém tumor, retiramos mais tecido somente naquele ponto.
Quando a margem está livre, não é necessário retirar mais pele daquela região.
Esse controle é especialmente interessante no nariz porque queremos remover todo o câncer sem desperdiçar tecido normal. Mohs é frequentemente indicada para CBCs localizados em regiões funcional e esteticamente importantes, incluindo o nariz, e também para tumores grandes, agressivos, mal delimitados ou recorrentes.
Quando Mohs pode ser especialmente importante no nariz?
A indicação se torna particularmente relevante quando o carcinoma já voltou depois de tratamento anterior, quando possui limites pouco claros, apresenta subtipo histológico infiltrativo ou agressivo ou está localizado em uma região na qual preservar tecido saudável é fundamental.
O tamanho também entra na decisão.
Mas não existe uma regra simples baseada apenas em centímetros.
Um tumor aparentemente pequeno no canto da asa nasal pode exigir mais cuidado do que uma lesão maior em outra região do corpo.
Qual a vantagem da Cirurgia de Mohs no nariz?
Imagine um tumor visível medindo alguns milímetros.
Na cirurgia convencional, retiramos a lesão juntamente com uma margem predeterminada de pele aparentemente normal.
Na Cirurgia de Mohs, trabalhamos de maneira diferente.
Retiramos uma margem inicial muito pequena e analisamos microscopicamente as bordas e a profundidade durante o procedimento.
Se existe tumor apenas de um lado, ampliamos somente aquele lado.
Isso permite combinar controle das margens com preservação de pele saudável. A técnica é realizada em estágios justamente para localizar microscopicamente onde ainda existem células tumorais.
No nariz, essa diferença pode modificar diretamente a reconstrução.
Cirurgia convencional também pode tratar CBC no nariz?
Sim.
Nem todo carcinoma basocelular do nariz exige Mohs.
Existem tumores pequenos e de características favoráveis que podem ser tratados com cirurgia convencional.
A decisão depende do subtipo, tamanho, profundidade, localização exata, definição das bordas, tratamentos anteriores e condições clínicas do paciente.
O mais importante é evitar dois extremos: afirmar que todo CBC nasal precisa de Mohs ou, ao contrário, tratar todos os tumores do nariz como se apresentassem o mesmo risco.
Depois de retirar o câncer, como o nariz é reconstruído?
Essa é uma das maiores preocupações dos pacientes.
A reconstrução depende do defeito que realmente ficou depois de remover todo o câncer, e não apenas do tamanho que o tumor parecia ter antes da cirurgia.
Alguns defeitos permitem fechamento simples.
Outros precisam de retalhos ou enxertos.
Fechamento direto
Quando existe pele suficiente e o defeito é pequeno, as bordas podem ser aproximadas com pontos.
Retalhos locais
Nos retalhos, mobilizamos pele próxima mantendo sua própria circulação sanguínea.
No nariz, existem várias possibilidades, incluindo retalhos de avanço, rotação, bilobado, nasolabial e outras técnicas escolhidas conforme a subunidade nasal.
Defeitos de asa, ponta e dorso exigem estratégias diferentes.
Enxerto de pele
Em algumas feridas pequenas e superficiais, podemos retirar pele de outra região e transferi-la para o nariz.
Temos um conteúdo específico explicando como funciona o enxerto de pele no nariz, inclusive sua mudança de cor e cicatrização.
Retalho paramediano frontal
Quando a perda é extensa ou profunda, pode ser necessário utilizar pele da testa mantendo temporariamente sua vascularização.
Essa técnica é chamada de retalho paramediano frontal e geralmente é realizada em etapas.
Enxerto de cartilagem
Se o tumor ou a cirurgia removeram parte da sustentação nasal, pode ser necessário reconstruir também a cartilagem.
Isso acontece especialmente em determinados defeitos da asa ou ponta nasal.
A pele fecha a superfície; a cartilagem ajuda a manter forma e sustentação.
Vou ficar com o nariz deformado?
Não é possível prometer que toda cirurgia deixará o nariz exatamente como era antes.
A retirada do tumor produz uma ferida real, e toda reconstrução deixa alguma cicatriz.
Entretanto, reconstrução nasal faz parte do planejamento da cirurgia.
O objetivo é preservar não apenas a aparência, mas também contorno, simetria e função respiratória.
O resultado também não deve ser avaliado nas primeiras semanas.
Edema, vermelhidão e endurecimento da cicatriz podem modificar bastante a aparência inicial.
A cicatriz continua amadurecendo durante muitos meses.
Por que às vezes o defeito fica maior do que parecia antes da cirurgia?
Porque aquilo que enxergamos na superfície não representa necessariamente toda a extensão microscópica do câncer.
Alguns carcinomas desenvolvem prolongamentos laterais ou profundos.
Isso é especialmente importante em tumores infiltrativos, recorrentes ou pouco delimitados.
Na Cirurgia de Mohs, cada novo estágio é determinado justamente pelas células tumorais encontradas nas margens.
Portanto, um defeito maior não significa que “foi retirada pele demais”.
Pode significar que o câncer realmente se estendia além do que era visível externamente.
Um CBC que já voltou merece atenção especial?
Sim.
Quando o câncer retorna na mesma região depois de um tratamento anterior, seus limites podem ser mais difíceis de identificar.
O tecido cicatricial também pode esconder parte do crescimento.
Nesses casos, a Cirurgia de Mohs frequentemente entra entre as opções justamente pela possibilidade de rastrear microscopicamente as margens.
Se você já operou um câncer de pele no nariz e percebeu uma nova ferida ou nódulo sobre ou próximo da cicatriz, vale procurar avaliação.
O câncer de pele do nariz sempre é carcinoma basocelular?
Não.
Embora o CBC seja extremamente comum nessa região, o nariz também pode desenvolver carcinoma espinocelular, melanoma e outros tumores cutâneos.
Essa é mais uma razão para evitar diagnosticar uma ferida apenas por fotografia.
Até mesmo lesões benignas podem ter aparência semelhante.
A avaliação clínica orienta, mas quem confirma o diagnóstico quando existe suspeita de câncer é o exame anatomopatológico.
Como é a experiência da Dermacenter com câncer de pele no nariz?
O tratamento de câncer de pele e a cirurgia dermatológica fazem parte da atuação da Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, há mais de 10 anos.
A equipe conta com médicos especialistas em Dermatologia, com residência médica, RQE e treinamento específico no diagnóstico e tratamento de tumores cutâneos.
A estrutura permite acompanhar diferentes etapas do paciente: identificação de lesões suspeitas, dermatoscopia, biópsia, cirurgia convencional, Cirurgia Micrográfica de Mohs, enxertos, retalhos e reconstruções de maior complexidade.
O nariz está entre as regiões tratadas com frequência porque é uma das áreas mais acometidas pelo carcinoma basocelular e, ao mesmo tempo, uma das que exige maior planejamento reconstrutivo.
Experiência com Cirurgia de Mohs
O Dr. Timótio Dorn, dermatologista — CREMESC 22594 | RQE 13225, dedica-se especificamente à Cirurgia Micrográfica de Mohs desde 2018 e já realizou mais de 2.000 procedimentos.
Atualmente coordena o Programa de Cirurgia Micrográfica de Mohs de Santa Catarina, sediado no Hospital Santa Tereza, da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina, em Florianópolis, onde também participa da formação médica em cirurgia dermatológica.
Essa experiência inclui justamente tumores de áreas de alta complexidade anatômica, como nariz, pálpebras, lábios e orelhas.
Onde tratar carcinoma basocelular no nariz em Rio do Sul?
Pacientes de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí com uma lesão suspeita no nariz ou com biópsia já confirmando carcinoma basocelular podem realizar avaliação na Dermacenter Alto Vale.
Quem ainda não possui diagnóstico pode começar pela consulta dermatológica.
Quem já possui laudo pode levá-lo para avaliação do tratamento e da necessidade de cirurgia convencional ou Mohs.
A escolha não começa pela técnica.
Começa entendendo qual é o tumor e qual é o defeito que provavelmente precisaremos reconstruir.
Perguntas frequentes sobre carcinoma basocelular no nariz
Como começa um carcinoma basocelular no nariz?
Pode começar como uma pequena bolinha brilhante ou perolada, ferida que não cicatriza, crosta recorrente, área que sangra facilmente ou uma mancha avermelhada.
Uma ferida no nariz que não cicatriza pode ser câncer?
Pode. Uma ferida que fecha parcialmente e volta, forma crostas repetidamente ou sangra sem explicação merece avaliação dermatológica. Entretanto, existem várias outras causas possíveis e a aparência isolada não confirma câncer.
Como confirmar se é CBC?
O dermatologista examina a lesão, pode utilizar dermatoscopia e, quando indicado, realiza uma biópsia. A análise anatomopatológica confirma o diagnóstico e pode determinar o subtipo do tumor.
Todo CBC do nariz precisa de Mohs?
Não. A Cirurgia de Mohs é muito utilizada em tumores nasais de maior risco, mas a indicação depende de subtipo, tamanho, limites, profundidade, localização e tratamentos anteriores.
Cirurgia de Mohs preserva mais pele?
A técnica remove o câncer em etapas e amplia a cirurgia somente nos pontos em que as margens continuam comprometidas. Isso permite preservar maior quantidade de tecido saudável, característica particularmente relevante no nariz.
Como fica o nariz depois da retirada do câncer?
Depende do tamanho e profundidade do defeito. A reconstrução pode variar entre fechamento simples, enxerto, retalho local ou técnicas maiores, como retalho frontal e reconstrução cartilaginosa.
É possível fazer Mohs e reconstrução no mesmo dia?
Na maioria dos casos, a reconstrução pode ser realizada depois que as margens estão livres durante o mesmo atendimento. Casos muito complexos podem exigir planejamento diferente.
CBC no nariz pode voltar?
Sim. Nenhum tratamento oferece risco zero de recorrência. Tumores que já voltaram merecem atenção especial e podem apresentar indicação de Cirurgia de Mohs.
Avaliação de câncer de pele no nariz em Rio do Sul
Uma pequena ferida no nariz pode parecer pouco importante, especialmente quando não dói.
Mas se ela não cicatriza, sangra repetidamente ou continua aumentando, vale investigar.
Quando existe carcinoma basocelular, o objetivo é diagnosticar e tratar enquanto a lesão ainda é pequena, sempre que possível.
Na Dermacenter Alto Vale, o tratamento do câncer de pele envolve tanto o controle do tumor quanto o planejamento da cicatriz e da reconstrução.
Pacientes de Rio do Sul, Alto Vale do Itajaí e outras regiões de Santa Catarina podem realizar avaliação para investigação de lesões suspeitas ou planejamento de casos já confirmados por biópsia.
Este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Diagnóstico e tratamento devem ser definidos após avaliação adequada de cada paciente.
Conteúdo escrito e revisado por:
Dr. Timótio Dorn
Dermatologista — CREMESC 22594 | RQE 13225
Dermacenter Alto Vale
Referências
AMERICAN ACADEMY OF DERMATOLOGY. Basal cell carcinoma: From symptoms to treatments. Informações sobre apresentação clínica, localização e diagnóstico do carcinoma basocelular.
AMERICAN ACADEMY OF DERMATOLOGY. Pictures of basal cell carcinoma. Exemplos clínicos das diferentes apresentações do CBC, incluindo lesões nasais.
THE SKIN CANCER FOUNDATION. Mohs Surgery. Informações sobre indicações, técnica, controle de margens e preservação de tecido saudável.
THE SKIN CANCER FOUNDATION. Basal Cell Carcinoma Treatment. Opções cirúrgicas e indicação da Cirurgia de Mohs em áreas anatômicas como o nariz.
SULAKHE, A.; SAVE, S.; KUMAR, R. Basal cell carcinoma of nose. International Journal of Otorhinolaryngology and Head and Neck Surgery. 2023;9(10):848-851. DOI: 10.18203/issn.2454-5929.ijohns20232908.
DERMATOLOGY & SKIN HEALTH. Mohs Surgery on Nose: Everything You Need to Know. 2023.