Unha encravada em Rio do Sul: como tratar e quando precisa de cirurgia?

Unha encravada em Rio do Sul: como tratar e quando precisa de cirurgia?

A unha encravada em Rio do Sul pode ser avaliada e tratada por dermatologista. O problema, chamado de onicocriptose, acontece quando a borda da unha pressiona ou penetra a pele ao lado, provocando dor, vermelhidão e inchaço. Nos casos iniciais, medidas conservadoras podem resolver. Quando existe secreção, tecido de granulação, dor recorrente ou episódios repetidos, pode ser necessário um procedimento para retirar apenas a faixa da unha que encrava e tratar a matriz responsável por aquele canto. Na Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, o atendimento inclui diagnóstico, tratamento clínico e cirurgia dermatológica quando indicada.

Quem trata unha encravada em Rio do Sul?

O dermatologista é um dos médicos especialistas no diagnóstico e tratamento das doenças das unhas.

Na Dermacenter Alto Vale, pacientes de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí podem realizar avaliação de unha encravada, unha inflamada, paroníquia, micose e outras alterações ungueais.

O tratamento é individualizado porque uma unha dolorida nem sempre está simplesmente “encravada”.

A dor pode estar relacionada a infecção, paroníquia, trauma, micose, alterações estruturais da unha ou outras doenças.

A página da Dermacenter sobre unha inflamada explica em detalhes como diferenciar unha encravada, paroníquia aguda e paroníquia crônica.

O que é unha encravada?

A unha encravada ocorre quando a borda da lâmina ungueal machuca a pele da lateral do dedo.

O dedão do pé é o local mais comum.

A pele reage como se aquela ponta da unha fosse um corpo estranho.

No início, pode existir apenas sensibilidade.

Depois surgem vermelhidão, inchaço e dor.

Quando o processo progride, pode aparecer secreção e uma pequena massa avermelhada e friável ao lado da unha, conhecida como tecido de granulação.

Saiba mais sobre unha inflamada: Unha inflamada: principais causas, como diferenciar e como tratar

Quais são os graus da unha encravada?

Existem diferentes classificações, mas uma divisão prática em três graus ajuda bastante a entender a escolha do tratamento.

Grau 1: inflamação leve

No estágio inicial, geralmente encontramos:

dor ou sensibilidade na lateral da unha;

discreta vermelhidão;

pequeno inchaço;

dor quando o paciente aperta o dedo ou utiliza calçado fechado.

Ainda não costuma existir pus ou tecido de granulação importante.

Nessa fase, frequentemente conseguimos utilizar medidas conservadoras. Revisões sobre tratamento da onicocriptose consideram abordagens não cirúrgicas especialmente apropriadas nos quadros leves e em parte dos moderados.

Grau 2: inflamação mais intensa

No grau 2, o quadro já está mais estabelecido.

Pode existir:

dor mais importante;

edema;

vermelhidão intensa;

secreção;

infecção secundária;

início de tecido de granulação ao redor da borda da unha.

Aqui o tratamento depende bastante do histórico do paciente.

Um primeiro episódio pode permitir abordagem conservadora em situações selecionadas. Mas episódios recorrentes, dor importante ou falha das medidas iniciais tornam o procedimento cirúrgico mais interessante.

Grau 3: unha encravada crônica ou grave

Nos casos mais avançados, encontramos inflamação persistente e tecido de granulação exuberante.

A lateral da unha pode ficar praticamente coberta pela pele inflamada.

São comuns:

dor frequente;

sangramento;

secreção;

infecção recorrente;

crescimento do tecido lateral;

história de vários episódios anteriores.

Nessa fase, o tratamento cirúrgico costuma ser a opção mais definitiva.

Como tratar unha encravada leve?

Quando o quadro ainda é inicial, o objetivo é retirar a pressão entre a unha e a pele sem precisar operar.

O tratamento pode incluir correção da forma de cortar a unha, calçados mais largos, controle do excesso de umidade e medidas para afastar a pele da borda ungueal.

Dependendo do caso, podem ser utilizadas técnicas como pequenos curativos, fitas, órteses ou outros dispositivos que reduzem o contato entre a unha e a pele.

O ponto principal é não cavar o canto da unha.

Muitas pessoas sentem dor, pegam um alicate e retiram profundamente a lateral.

A melhora pode ser rápida, mas frequentemente fica uma pequena espícula escondida.

Quando a unha cresce novamente, essa ponta entra na pele e o problema recomeça.

Cortar o canto resolve?

Pode melhorar temporariamente, mas não necessariamente resolve a causa.

Quando o paciente corta cada vez mais fundo, cria-se um ciclo:

a unha dói;

o canto é cortado;

a dor melhora;

a unha cresce;

uma nova ponta entra na pele;

o processo inflamatório começa novamente.

Em pacientes com unha muito curva ou que apresentam episódios repetidos, simplesmente “tirar o canto” periodicamente pode acabar mantendo o problema.

Quando a unha encravada precisa de cirurgia?

A cirurgia é considerada principalmente quando existe:

dor recorrente;

falha de tratamentos conservadores;

inflamação importante;

tecido de granulação;

secreção frequente;

episódios repetidos no mesmo canto;

deformidade que favorece novo encravamento.

Procedimentos cirúrgicos tendem a ser preferidos nos graus moderados a graves e nos quadros recorrentes.

Como é feita a cirurgia para unha encravada?

Existem diferentes técnicas.

Na maioria das vezes, não precisamos retirar a unha inteira.

Essa é uma informação importante porque muitos pacientes chegam assustados imaginando que ficarão temporariamente sem unha.

Frequentemente retiramos apenas uma faixa lateral estreita do lado que está encravando.

O procedimento é realizado com anestesia local.

Depois de anestesiar o dedo, removemos a porção da unha responsável pelo trauma.

Quando o problema é recorrente, também podemos tratar a matriz ungueal correspondente àquele canto.

A matriz é a região onde a unha é produzida.

Ao tratar apenas a pequena faixa lateral da matriz, evitamos que aquele pedaço volte a crescer com a mesma largura.

Esse procedimento é chamado de matricectomia parcial.

Por que tratar a matriz?

Se retirarmos apenas a lateral da unha, ela pode crescer novamente.

Quando existe uma anatomia que favorece recorrência, o mesmo problema pode reaparecer alguns meses depois.

A matricectomia busca impedir o crescimento apenas da pequena faixa que provoca o encravamento.

O restante da unha continua crescendo.

Estudos recentes continuam mostrando baixas taxas de recorrência quando a matriz lateral é adequadamente tratada.

A unha fica muito estreita depois da cirurgia?

Geralmente não.

Quando fazemos uma matricectomia parcial, retiramos apenas uma pequena faixa lateral.

A mudança na largura costuma ser discreta.

O objetivo não é retirar metade da unha.

É eliminar somente o segmento responsável por entrar repetidamente na pele.

Precisa arrancar a unha inteira?

Na maioria dos casos, não.

A retirada total da unha raramente é nossa primeira escolha para uma unha encravada localizada em apenas uma lateral.

Além de produzir uma recuperação maior, simplesmente remover toda a unha sem tratar adequadamente a causa não garante que o problema não volte quando ela crescer.

A retirada parcial associada ao tratamento da matriz costuma preservar muito melhor a anatomia ungueal.

A cirurgia de unha encravada dói?

A cirurgia é realizada com anestesia local no dedo.

A aplicação inicial do anestésico provoca um desconforto curto.

Depois que o bloqueio anestésico faz efeito, o procedimento é realizado com a região dormente.

Após o término, pode existir sensibilidade nos primeiros dias, normalmente controlável com medidas simples orientadas pelo médico.

Quanto tempo demora para cicatrizar?

O tempo depende da técnica utilizada e do grau de inflamação presente antes da cirurgia.

A área tratada passa por um processo de cicatrização que pode levar algumas semanas.

Isso não significa que o paciente precise ficar todo esse período sem caminhar.

A liberação para trabalho, exercícios e uso de sapatos fechados depende da evolução e do tipo de atividade realizada.

Posso trabalhar depois da cirurgia?

Muitos pacientes conseguem caminhar e manter atividades leves rapidamente.

Trabalhos que exigem longos períodos em pé, uso de calçado muito rígido ou esforço físico podem precisar de adaptações temporárias.

O ideal é planejar a recuperação de acordo com a rotina individual.

Unha encravada com pus precisa de antibiótico?

Não obrigatoriamente.

A presença de secreção pode ocorrer devido ao trauma persistente causado pela própria unha.

Quando existe uma coleção de pus ou infecção verdadeira, a conduta depende da extensão do quadro.

Antibiótico não substitui a correção do problema mecânico quando a borda da unha continua perfurando a pele.

A necessidade de antibiótico é definida após exame do dedo. A página sobre unha inflamada explica também como diferenciar esse quadro de uma paroníquia aguda.

O que é aquela “carne esponjosa” ao lado da unha?

Muitos pacientes utilizam essa expressão para descrever o tecido de granulação.

Ele aparece como uma massa vermelha, sensível e que pode sangrar facilmente.

Sua presença costuma indicar um quadro mais avançado de onicocriptose.

Esse tecido se forma porque a ponta da unha continua traumatizando a pele.

Tratar somente a “carne esponjosa” sem corrigir a unha geralmente não resolve a causa.

Por que a unha encrava?

Existem vários fatores.

Um dos mais frequentes é cortar a unha arredondando excessivamente as laterais.

Outros fatores incluem:

unhas naturalmente curvas;

sapatos apertados;

trauma repetitivo;

corrida e esportes;

transpiração intensa;

micose de unha;

edema;

formato dos dedos;

e manipulação repetida dos cantos.

Esses fatores também são detalhados no conteúdo da Dermacenter sobre unha inflamada.

Como cortar a unha para não encravar?

De maneira geral, evite cavar profundamente os cantos.

O corte deve acompanhar uma linha mais reta e deixar a borda crescer além da pele lateral.

Também é importante evitar cortar a unha excessivamente curta.

Para pessoas com unhas muito grossas, pouca mobilidade, diabetes ou dificuldades para enxergar os pés, pode ser mais seguro receber orientação profissional.

Unha encravada sempre é no dedão?

Não, mas o hálux, ou dedão do pé, é disparadamente o local mais frequente.

Outros dedos também podem desenvolver onicocriptose.

Quando uma unha apresenta inflamação persistente e o aspecto não é típico, o dermatologista também precisa considerar outras doenças.

Nem toda unha inflamada é unha encravada

Esse é um ponto importante.

A unha pode ficar vermelha e dolorida por diversas razões.

Na paroníquia aguda, por exemplo, existe inflamação da pele ao redor da unha, frequentemente após um pequeno trauma.

Na paroníquia crônica, a inflamação pode persistir durante semanas ou meses, especialmente em pessoas que mantêm contato frequente com água e produtos irritantes.

Micose, psoríase e outras doenças também podem alterar a unha e a pele ao redor.

Por isso, antes de indicar cirurgia precisamos confirmar que o problema realmente é uma onicocriptose.

Quem realiza o tratamento de unha encravada na Dermacenter?

Na Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, o atendimento das doenças das unhas faz parte da Dermatologia Clínica e da Cirurgia Dermatológica.

Entre os médicos da equipe está o Dr. Leandro Bispo de Oliveira, dermatologista — CRM/SC 34727 | RQE Dermatologia 28882.

Dr. Leandro é médico formado pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) e realizou residência médica em Dermatologia no Hospital Santa Teresa, da Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina.

Sua atuação inclui Dermatologia Clínica, Cirurgia Dermatológica, atendimento dermatológico pediátrico, dermatoscopia e acompanhamento de diferentes doenças da pele e das unhas.

Na avaliação de uma unha encravada, o objetivo é definir se o caso ainda pode ser conduzido de maneira conservadora ou se existe indicação de um procedimento mais definitivo.

Onde tratar unha encravada em Rio do Sul?

Pacientes de Rio do Sul e do Alto Vale do Itajaí podem realizar avaliação na Dermacenter Alto Vale.

O atendimento é indicado tanto para quem está enfrentando o primeiro episódio quanto para quem diz:

“Minha unha encrava sempre.”

Nesse segundo grupo, é especialmente importante avaliar se existe necessidade de cirurgia com matricectomia, porque simplesmente remover repetidamente a ponta da unha tende a produzir alívio temporário sem corrigir definitivamente a região que volta a encravar.

Perguntas frequentes sobre unha encravada em Rio do Sul

Quem trata unha encravada em Rio do Sul?

O dermatologista é um dos especialistas que diagnostica e trata a unha encravada. Na Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, existem dermatologistas com residência médica e RQE que realizam avaliação clínica e cirurgia dermatológica quando necessária.

Como saber qual é o grau da minha unha encravada?

Nos casos leves existe principalmente dor, vermelhidão e pequeno inchaço. Quadros moderados podem apresentar secreção e maior inflamação. Nos avançados, é frequente existir tecido de granulação, sangramento e recorrência. A classificação precisa é feita pelo exame clínico.

Toda unha encravada precisa operar?

Não. Casos leves podem responder bem a medidas conservadoras. Cirurgia é especialmente considerada nos quadros moderados ou graves, recorrentes ou quando o tratamento clínico falha.

Na cirurgia precisa retirar a unha inteira?

Na maioria dos casos, não. Frequentemente retiramos apenas a pequena faixa lateral que está encravando e, quando indicado, tratamos a matriz daquele canto.

O que é matricectomia?

É o tratamento da região da matriz responsável pelo crescimento da faixa da unha que encrava. O objetivo é reduzir a possibilidade de aquela lateral voltar a crescer da mesma forma.

A unha volta depois da matricectomia?

A faixa cuja matriz foi adequadamente tratada tem baixa probabilidade de voltar a crescer. O restante da unha continua crescendo normalmente.

Unha encravada com pus é urgência?

Nem sempre, mas merece avaliação mais rápida se houver dor intensa, aumento da vermelhidão, febre, secreção importante ou piora progressiva. Pessoas com diabetes, imunossupressão ou problemas circulatórios também devem ter atenção especial.

Tratamento de unha encravada em Rio do Sul e no Alto Vale

Uma unha que encrava uma vez pode ser apenas um episódio relacionado ao corte ou ao calçado.

Quando ela volta repetidamente, forma secreção, tecido de granulação ou interfere para caminhar e usar sapatos, vale investigar uma solução mais definitiva.

Na Dermacenter Alto Vale, em Rio do Sul, pacientes encontram médicos dermatologistas com residência médica, RQE e experiência em Dermatologia Clínica e Cirurgia Dermatológica.

O tratamento pode variar desde orientação de corte e medidas conservadoras até cirurgia com retirada parcial da unha e tratamento da matriz quando indicado.

Para entender outras causas de dor e inflamação ao redor das unhas, consulte também nosso conteúdo completo sobre unha inflamada.

Este conteúdo tem caráter informativo e educativo e não substitui uma consulta médica individualizada. Diagnóstico e tratamento devem ser definidos após avaliação adequada de cada paciente.

Responsável técnico:
Dr. Timotio Dorn
Dermatologista — CREMESC 22594 | RQE 13225
Dermacenter Alto Vale